bloco finAL DA CERIMÔNIA DE ENTREGA DO 2º PRÊMIO APLAUSO BRASIL DE TEATRO

NYDIA LÍCIA

NYDIA LÍCIA

Chegamos ao último bloco da cerimônia de 14 de abril passado e os atores Iná de Carvalho e Ivan Parente entregaram os prêmios de Melhor Atriz (Débora Falabella e Yara Novaes, por “Contrações”) e Melhor Elenco (“S-antas”).

Wellington Nogueira encerrou os números musicais com “Na Carreira”, da dupla Chico e Edu.

O ator e dramaturgo Ivam Cabral, “padrinho” do evento, subiu ao palco para a entrega do Troféu Repescagem, faturado por Alan Pires, diretor de “S-antas”.

A atriz, diretora, professora de teatro e uma das fundadoras do Teatro Brasileiro de Comédia (TBC), Nydia Lícia, também recebeu homenagem.

PENÚLTIMO BLOCO DA CERIMÔNIA DE ENTREGA DO 2º PRÊMIO APLAUSO BRASIL DE TEATRO

TROFEUsO penúltimo bloco da cerimônia começa com o artista plástico Fernando Castioni, criador do troféu do Prêmio Aplauso Brasil de Teatro, entregando a estatueta de Melhor Arquitetura Cênica para Eric Lenate por “Vestido de Noiva”.

Na sequencia Celso Curi entregou a estatueta de Melhor Trilha original para Daniel Maia.

Os atores Iná de Carvalho e Ivan Parente entregaram os prêmios de Melhor Ator Coadjuvante (Ubiracy Paraná do Brasil por “Alô Dolly”), Melhor Atriz Coadjuvante (recebido pelo fã clube de Marjorie Estiano) e Melhor Ator para Marcos Lemes pelo solo “Pessoa”.

3º BLOCO DA CERIMÔNIA DE ENTREGA DO 2º PRÊMIO APLAUSO BRASIL DE TEATRO

ANTUNES FILHO, LUÍZA LEMMERTZ E ZÉ CELSO NO 2º PRÊMIO  APLAUSO BRASIL DE TEATRO

ANTUNES FILHO, LUÍZA LEMMERTZ E ZÉ CELSO NO 2º PRÊMIO APLAUSO BRASIL DE TEATRO

Este terceiro bloco começa com Silvio Vieira recebendo o prêmio de Melhor Direção pelo solo “Pessoa”. 

Na sequencia, a cerimônia de entrega da 2ª edição do Prêmio Aplauso Brasil de Teatro promoveu um encontro histórico para o teatro brasileiro. No dia 14 de abril de 2014,pela primeira vez juntos no mesmo palco, os encenadores paulistas Antunes Filho, do Grupo Macunaíma/ Centro de Pesquisa Teatral (CPT), e José Celso Martinez Corrêa, o  Zé Celso, do Teatro Oficina Uzyna Uzona, que, segundo o editor do Aplauso Brasil, Michel Fernandes, são “polos opostos e complementares que trouxeram superioridade ao teatro brasileiro”, subiram ao palco do Theatro São Pedro para receberem o troféu Homenagem Especial das mãos da apresentadora da premiação, a atriz Bárbara Paz, e a anfitriã da categoria, a atriz Luiza Lemmertz.

CERIMÔNIA DE ENTREGA DO 2º PRÊMIO APLAUSO BRASIL DE TEATRO – BLOCO 2

CÉLIA HELENA

CÉLIA HELENA

O segundo bloco inicia com uma singela homenagem a autores, atores e diretores que nos deixaram, acompanhada pelo piano inspirado do Maestro Miguel Briamonte que toca “Beatriz”, também de Chico Buarque e Edu Lobo.

Neste bloco receberam o prêmio Iraci de Jesus (Melhor Figurino), “A Madrinha Embriagada” (Melhor Musical) produção do Atelier de Cultura, e Paula Capovilla, acompanhada, ao piano, por Thiago Rodrigues, canta música da personagem-título do espetáculo musical vencedor. Encerra o bloco o ator, diretor e autor de “Cais ou da Indiferença das Embarcações” que levou a estatueta de Melhor Dramaturgia.

Assista à cerimônia de entrega do 2º Prêmio Aplauso Brasil de Teatro

LOGO CRIADO POR EDUARDO FÉLIX SALUSTIANO

LOGO CRIADO POR EDUARDO FÉLIX SALUSTIANO

SÃO PAULO – Vão-se quatro meses de uma noite inesquecível para público, artistas e apaixonados pelas artes cênicas brasileiras: a cerimônia de entrega do 2º Prêmio Aplauso Brasil de Teatro, realizado no Theatro São Pedro – gentilmente cedido pelo Secretário de Estado da Cultura de São Paulo, Marcelo Mattos Araújo. Ao piano e na direção musical, o maestro Miguel Briamonte deu um charme todo especial à cerimônia conduzida pela atriz Bárbara Paz. Os atores Wellington Nogueira e Paula Capovilla, acompanhada pelo pianista Thiago Rodrigues, além do músico Daniel Maia, mostraram belíssimos números musicais. A “cantriz” Samantha Caracante, apesar de ensaiar uma performance, acabou não subindo ao palco devido à queda de pressão nos bastidores. Entre os anfitriões que entregaram as estatuetas estiveram Ivam Cabral, Celso Curi, Fernando Castioni, Marici Salomão, Anderson Bueno, Robson Salvador, Cassiano Leonardo, Ivan Parente e Iná de Carvalho.          

Agora, disponibilizamos a você que não pode comparecer naquela noite, o vídeo oficial da cerimônia, produzido pela WTech e Script Filmes, em cinco partes.

A primeira delas traz a abertura com a Mestre de Cerimônias, Bárbara Paz, fala sobre a premiação. Acompanhado pelo piano do maestro Miguel Briamonte (diretor musical do evento), Wellington Nogueira cantou O Grande Circo Místico, de Chico Buarque e Edu Lobo.

Neste bloco foram premiados os espetáculos S-antas (Melhor Espetáculo de Grupo), da cia Amadododito, e Genet, O Poeta Ladrão (Melhor Espetáculo de Produção Independente), da Fraga & Ferrara Produções, além do projeto Satyrianas (Destaque), d’ Os Satyros.

Exposição gratuita inaugura Casulo das Artes

Exposição gratuita inaugura Casulo das Artes

STELLA PORTIERI

STELLA PORTIERI

SÃO PAULO – Vai até sexta-feira (19) a primeira exposição solo da artista plástica e atriz Stella Porttieri. Todos os dias, das 12h às 17, Autorretrato de Uma Ninguém, título da exposição, marca a inauguração de um novo espaço cultural: o Casulo das Artes. Confira!

Arte grafica: Rodrigo Cleysson
Produção: Café & Leite Produções Artísticas e Eventos
Patrocínio: Cerpa Cervejaria, Tebe Concessionária de Rodovias TEBE S/A SSWAT e Esfiha Juventus
Apoio: Panapaná Produções, Revista Caras & Cores e Cia. Teatral Loucos do Tarô

 

Serviço:

 

Exposição – Autorretrato de Uma Ninguém Local – Casulo das Artes

Endereço – Rua Sebastião Guimarães Correa, 23 (próximo metro São Judas)

Entrada gratuita

Até sexta-feira (19), das 12h as 17h.

Bibi Ferreira canta sucessos de Frank Sinatra

Nanda Rovere, do Aplauso Brasil (nanda@aplausobrasil.com)

photo-606x404SÃO PAULO- Bibi Ferreira, com 92 Anos de idade e 73 anos de carreira, não para. Está sempre às voltas com novos projetos, cantando e encantando a plateia. O Teatro Renaissance completa 15 anos de existência e foi Bibi quem o inaugurou com o clássico Bibi Canta Piaf. Com Bibi Ferreira canta repertório de Sinatra, a cantora, atriz e diretora, acompanhada de uma orquestra com 18 integrantes, interpreta nesse mesmo teatro, composições de autores diversos, que ficaram imortalizados na voz de um dos maiores nomes da música norte-americana e mundial. No repertório, com 16 canções, estão os principais sucessos de Frank Sinatra, entre eles: My Way, New York New York e Fly me to the moon. A estreia é sexta, (19), às 21h30, no Teatro Renaissance. A temporada vai até 07 de dezembro.

O projeto de interpretar canções de Frank Sinatra já era acalentado por Bibi há algum tempo, tanto que ela chegou a informar ao seu público, durante a última temporada de Bibi – histórias e canções, que o espetáculo com o repertório de Frank Sinatra estava em faze de produção e ensaios.

“Demorei muitos anos, mas cheguei na minha praia”, afirma uma das grandes divas do teatro brasileiro.

Bibi é a primeira mulher a estrear um espetáculo só com músicas interpretadas por Sinatra, conhecido como A Voz, por sua modulação aveludada e sem pausas para respiração, Para quem já interpretou Edith Piaf, Amália Rodrigues e Carlos Gardel e conquistou o reconhecimento do público e da crítica, mergulhar no universo de Sinatra será mais um desafio que com certeza despertará o interesse das pessoas que prestigiam os seus musicais. Continue lendo

Projeto Modos de Existir traz programação de dança ao SESC Santo Amaro

Redação do Aplauso Brasil (redacao@aplausobrasil.com)

SOBRE EXPECTATIVAS E PROMESSAS

SOBRE EXPECTATIVAS E PROMESSAS

SÃO PAULO- Espetáculos, vivência em dança, intervenções e bate-papos integram a programação do Projeto Modos de Existir – Módulo IV, que acontece entre os dias 16 e 21 de setembro, no SESC Santo Amaro. A curadoria é do técnico de programação da Unidade, Marcos Villas, e da eutonista, dramaturgia de dança e consultora Rosa Hércoles. As atrações são gratuitas ou tem preços populares. A abertura será terça, 16, às 10h00, com a realização de uma Residência Coreográfica sob a orientação de Luís Ferron. Na ocasião, artistas de dança, teatro, circo e outras linguagens relacionadas a corpo desenvolverão solos que serão apresentados ao longo da semana, na forma de ensaios abertos.

Iniciado em 2012, o Modos de Existir discute a dança contemporânea e como ela ocupa os espaços culturais e públicos. O objetivo do projeto é promover reflexões quanto às escolhas estéticas dos artistas e seus modos de produção.

O espetáculo solo é o foco desta edição. Os participantes abordam fatos relacionados ao universo da política e que estão situados entre o real e o imaginário.

Segundo o curador Marcos Villas, além da oportunidade que o público tem de assistir a diversas montagens e participar dos debates, o projeto também promove um intercâmbio cultural entre os bailarinos que integram a programação. Continue lendo

MOBILIZAÇÃO: QUE TAL CRIMINALIZAR A HOMO, LESBO E TRANSFOBIA?

SÃO PAULO -Acontecimentos como as manifestações contra o aumento das tarifas dos meios de transporte público tornaram evidente que a MOBILIZAÇÃO FAZ A FORÇA! E agora é nossa vez: VAMOS GRITAR ATÉ QUE ALGUÉM NOS OUÇA!

As colaboradoras da SP Escola de Teatro – Sede Roosevelt, Renata Peron e Palloma Assunção, criaram uma linda e necessária campanha contra a homo, lesbo e transfobia, cujo slogan é  VAMOS GRITAR ATÉ QUE ALGUÉM NOS OUÇA! O Aplauso Brasil grita junto e você?

Este slideshow necessita de JavaScript.

VAMOS GRITAR ATÉ QUE ALGUÉM NOS OUÇA!

 

 

Entrevista com Gabriela Mellão: a poesia e o delírio do bailarino Nijinsky no Sesc Belenzinho

Kyra Pisictelli, do Aplauso Brasil (kyra@aplausobrasil.com.br)

Espetáculo sobre o bailarino russo Nijinsky pode ser assistido até dia 21 de agosto, no Sesc Belenzinho

Espetáculo sobre o bailarino russo Nijinsky pode ser assistido até dia 21 de setembro, no Sesc Belenzinho

SÃO PAULO – Com dois espetáculos engatilhados na cena paulistana, a jornalista e dramaturga Gabriela Mellão falou com o Aplauso Brasil sobre o texto Nijinsky – Minha loucura é o amor da humanidade, em cartaz no Sesc Belenzinho até 21 de setembro.

A montagem trata de forma lúdica e simbólica a genialidade e a loucura do bailarino russo Nijinsky, que transgrediu as regras para transformar o ballet moderno.

“Nijinsky foi a primeira peça que eu escrevi, há cerca de 15 anos. É também a última. Desde que me lancei na empreitada de montá-la, reescrevi completamente o texto. Ou seja, Nijinsky me acompanha há muitos anos. E nunca estivemos tão próximos”, afirma Gabriela.

A dramaturga conta também sobre suas referências para o espetáculo. Elas vão de Dostoievsky ao O Diário de Vaslav Nijinsky, obra escrita pelo próprio dançarino, em 1919, quando a esquizofrenia o afastou da dança.

A parceria com o protagonista (e co-diretor) do espetáculo João Paulo Lorenzon também não poderia ficar de fora dessa entrevista apaixonante.

Gabriela faz ainda um convite para Ilhada em Mim, espetáculo sobre poetisa Sylvia Plath, que estreia dia 18 de setembro, no SESC Pinheiros. Segundo a autora, as duas peças abordam a mesma temática.

Aplauso Brasil: Quando surgiu a ideia de escrever um texto sobre o bailarino russo Nijinsky?

Gabriela Mellão: Meu trabalho final de pós-graduação em jornalismo cultural foi sobre Nijinsky. A tênue fronteira entre loucura e genialidade deste e de tantos artistas que marcaram nossa história sempre me atraiu. Todos os meus trabalhos teatrais tocam nesta questão de alguma forma. Dia 18 de setembro estreia no SESC Pinheiros outra peça minha (Ilhada em Mim, da poetisa Sylvia Plath), que também aborda esta temática. Nijinsky foi a primeira peça que eu escrevi, há cerca de 15 anos. É também a última. Desde que me lancei na empreitada de montá-la, reescrevi completamente o texto. Ou seja, Nijinsky me acompanha há muitos anos. E nunca estivemos tão próximos. Continue lendo

Teatro e outras artes por Michel Fernandes & Colaboradores

%d blogueiros gostam disto: